As Tecnologias

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Mensagem por SolarisAdmin em Dom Dez 08, 2013 7:25 pm




Solaris é um RPG de ficção científica (com vários elementos do sub-gênero cyberpunk inclusos). É de se esperar que num mundo sci-fi várias tecnologias tenham sido desenvolvidas pelos habitantes do mesmo.
Em Solaris, isso não é diferente.

O ano é 2196 e várias tecnologias foram criadas, tanto pelos humanos quanto pelos atmorianos. Avanços na área da robótica, física, química, medicina, informática, óptica, mecânica, engenharia e outras ciências foram estratosféricos. O desenvolvimento tecnológico nunca para, o progresso é constante e a cada dia, novos inventos são criados pelas mais diversas pessoas.

Mas claro... essa tecnologia será para todos? É óbvio que não. A disparidade tecnológica de Solaris é algo presente, marcante é enorme. Em muitas cidades, as classes sociais são definidas por quem tem mais tecnologia (ou seja, aqueles que detêm os inventos mais avançados são aqueles que dominam os demais), essa é uma realidade que assombra muitos atmorianos.
Protestos e conflitos são gerados graças a essas novas tecnologias. Mas a verdade é que de um jeito ou de outro, o futuro vai vir, e o progresso não é algo que pode ser facilmente parado...


Este tópico servirá como um informativo para os jogadores do RPG, relatando os vários inventos usados nos tempos atuais do Solaris. Cada post desde tópico falará de uma tecnologia, explicando um pouco sobre sua história, como funciona e onde é aplicada.

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Hologramas

Mensagem por SolarisAdmin em Seg Dez 09, 2013 4:02 pm


Imagem de uma interface de um gadget holográfico de pulso


Talvez, a mais democrática das tecnologias seja a dos hologramas. Ricos, pobres, humanos, atmorianos, sintéticos, de todas as luas e de todas as cidades, os hologramas são usados para os mais variados fins.
Por definição, um holograma é uma imagem tridimensional, projetada ou não sobre uma superfície. A ciência/arte de criar imagens tridimensionais é chamada de “holografia”. O equipamento que cria tais imagens se chama “holoprojetor”

A tecnologia dos hologramas foi desenvolvida pelos dracares (que criarem um tipo de polímero óptico que permitia limitar a extensão de um raio de luz), pelos kralls (que criaram os lasers usados pelos holoprojetores) e pelos telannares (que desenvolveram a matriz óptica usada pelos eletrônicos).
Pela fácil produção, baixo custo e por sua diversidade, os hologramas rapidamente se tornaram uma tecnologia popular e extremamente acessível.

Existem três tipos básicos de holograma:
Hologramas não-tangíveis: imagens tridimensionais que não interagem com o meio (ou seja, tocar nesse tipo de holograma vai apenas borrar a imagem). Displays, monitores e imagens tridimensionais normais usam esse tipo de holograma.

Hologramas tangíveis (ou interativos): imagens tridimensionais interativas, que podem ser “tocadas” e “manipuladas”. Um exemplo claro desse tipo de holograma são os teclados dos computadores atualmente usados em Solaris, o display dos holo-pads ou a imagem de um decoy.

Hologramas cinéticos: estes hologramas possuem um campo eletromagnético-cinético envolta dos mesmos, permitindo que eles possam ser tocados e manipulados como objetos sólidos. Por produzirem muito calor e por gastarem muita energia, este tipo de holografia é usado apenas na criação dos campos cinéticos e das barreiras holográficas.



Ecrã de um teclado holográfico


Muitos computadores usam como teclado um display holográfico interativo, oriundo de um holoprojetor-sensor que, geralmente, é integrado à base monitor.
Quando se “clica” numa das teclas desse tipo de holograma, a imagem holográfica simulará que o botão do teclado foi pressionado. O sensor do holoprojetor detectará o movimento do dedo da pessoa que clicou no botão e a variação da posição do mesmo botão clicado no teclado, dessa forma, o sensor enviará um sinal para o computador que indicará qual tecla foi apertada (e assim, a tecla vai realizar sua função).
A sensação de tocar um teclado holográfico (ou qualquer outro tipo de holograma tangível) é de formigamento ou “calorzinho”. Esse tipo de holograma gera muita energia, portanto é possível sentir na pele (literalmente) o calor liberado por eles.

Apesar de já existirem monitores holográficos (de uma qualidade muito boa, diga-se de passagem), muitos ainda preferem usar monitores “sólidos” (de LED ou SED).  

Hologramas mais simples, geralmente, possuem apenas uma cor ou variações da mesma cor (um holograma cujo holoprojetor possui um laser azul vai exibir imagens em vários tons de azul). Este tipo de holograma é usado em placas, ecrãs de anúncios publicitários comumente vistos nas ruas, displays holográficos, letreiros, etc...

Hologramas mais complexos conseguem reproduzir quase todas as cores que um monitor normal consegue reproduzir. Esse tipo de holograma possui vários lasers diferentes em seu projetor, assim como lentes mais elaboradas. Hologramas policromáticos (que possuem mais de uma variação de tom de cor) são comumente usados como telas de monitores holográficos, imagens de vídeo conferência ou como o display dos holo-pads.

Como as tecnologias que utilizam hologramas são as mais diversas, algumas delas (mais específicas) serão explicadas em posts separados.

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Lâminas Ionizadas

Mensagem por SolarisAdmin em Seg Dez 09, 2013 6:15 pm


Minha mãe me ensinou desde criança para nunca arranjar brigas com os telannares... agora eu sei porque...




- Relato da engenheira militar Qyas Vastath quando se cortou pela primeira vez com uma lâmina ionizada.



Desde sempre os telannares tiveram uma tecnologia avançada, e ainda que eles não tivessem armas de fogo (ou qualquer equivalente) em pleno estágio de exploração espacial, é bem capaz que eles não necessitassem de tais. Suas poderosas e modernas armas mecânicas de longo alcance (como arcos e bestas) supriam (quase) a necessidade de terem algum tipo de arma de fogo ou similar nos seus arsenais.

Mas a contribuição militar dos telannares para as luas atmorianas, foi, sem dúvida, a criação das lâminas ionizadas (Jozipsu Däna em télico). Estas poderosas armas foram adotadas pelos membros de todas as raças (incluindo alguns humanos). O potencial destrutivo presente nessas armas vai muito além do que elas podem aparentar.

Sumarizando, as laminas ionizadas são armas brancas que conduzem uma corrente elétrica de alta intensidade.
O princípio por trás de uma lâmina ionizada é bem simples. Uma lâmina super-afiada, feita de uma liga metálica de baixíssima resistência elétrica, é forjada e conectada a um cabo. No interior do cabo da arma (ou mesmo na própria lâmina) existe uma poderosa bateria (de íons de lítio) que se liga a liga metálica da lâmina.
Um “gatilho” (geralmente um botão localizado no próprio cabo da espada) que serve como ponte entre a bateria e a lâmina, ao ser ativado, permite que toda a energia elétrica da bateria percorra a parte laminada da arma. Quando o gatilho é desativado, instantaneamente a corrente para de percorrer a lâmina que volta a ser uma arma normal.

Lâminas ionizadas geralmente assumem o formato de espadas, mas não é incomum ver estas armas em forma de machados ou adagas.


Designs mais comuns de espadas iônicas


A vantagem desse tipo de arma sobre uma espada comum é o seu poder de corte. Lâminas ionizadas conseguem cortar materiais muito mais resistentes do que equipamentos normais.
Outra razão para o uso desse tipo de arma é o dano causado num oponente. Lâminas ionizadas além de poderem cortar a pele de alguém, elas também executam um choque no indivíduo cortado (e isso, com certeza, não é nada agradável).

Lâminas ionizadas quando ativadas também geram um campo magnético em volta das mesmas. Por conseqüência, não é incomum que pedaços, limalha ou filetes de metal fiquem grudados na lâmina depois de muito tempo ligada.
Algumas lâminas, por sua intensidade, são capazes de gerar pequenos “raios” que ficam percorrendo a extensão metálica da mesma. Devido o campo eletrostático que essas mesmas lâminas (eventualmente) geram envolta do corpo do espadachim, é muito raro que algum raio gerado pela lâmina seja atraído para o corpo de quem a manuseia.

O tamanho, o peso, a resistência, o poder de corte e a quantidade de energia elétrica gerada variam muito de lâmina para lâmina. Evidentemente, lâminas mais baratas executam um poder de dano menor (por serem menos afiadas e por gerarem menos energia).


Última edição por Admin em Ter Dez 10, 2013 8:41 pm, editado 1 vez(es)

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Armas de Plasma

Mensagem por SolarisAdmin em Ter Dez 10, 2013 11:29 am


Modelo de um rifle de plasma de alto calibre


Sem dúvida, um dos maiores inventos dos qaelos foi a criação das armas de plasma: equipamentos capazes de gerar plasma no seu interior, e por sua vez, disparar o plasma criado a altas velocidades, com um dano devastador.

O método de funcionamento das armas de plasma é bem simples. Um gás (quase sempre xenônio) é colocado no interior de uma cápsula localizada dentro do tambor da arma. Uma descarga elétrica vinda de uma bateria (que mantém-se constantemente ligada) aquece e ioniza o gás, transformando-o em plasma.
Ali, o plasma fica “guardado” na cápsula até o momento em que o gatilho é ativado que é quando um poderoso eletroímã “empurra” o plasma para fora da arma.
Armas de plasma, mesmo as mais simples, são capazes de realizar um efeito devastador em seus alvos. Quando o plasma sai do cano da arma, sua temperatura pode chegar aos absurdos 1000º C, e em armas mais potentes, essa temperatura pode triplicar.

Disparos de plasma são extramente perigosos, podendo causar queimaduras graves nos indivíduos. Em objetos sólidos pequenos, um tiro de plasma pode derreter, ou mesmo vaporizar o material.

Todo gás pode ser ionizado para virar plasma, mas o tipo de gás mais usado é o xenônio, que, quando vira plasma, adquire uma coloração azulada. O tom de azul intenso criado pelas armas de plasma fez com que estas ganhassem a alcunha de “bluefire guns” (armas de fogo azul).

Ainda que essas armas possuam um grande potencial em combates, elas tendem a esquentar mais rapidamente que armas normais. A munição de armas de plasma (geralmente) é mais cara que a de armas magnéticas.

Armas de plasma existem nos mais variados formatos. Desde pistolas a espingardas, essas armas conseguem agradar a todos os “gostos” de qualquer atirador.

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V.A.N.E.E.R (Mechas)

Mensagem por SolarisAdmin em Ter Dez 10, 2013 7:13 pm


Modelo AMECCA Q-03, utilizado em combates de curto alcance


Kralls sempre foram muito apegados a robótica. Desde tempos antigos, a arte da automação e da mecânica era motivo de fascínio para a raça como um todo.

Sem dúvida, esse fascínio pela mecatrônica ainda reflete nos dias atuais com o surgimento constante de vários inventos diferentes.
Talvez, um dos inventos mais importantes criados pelos kralls tenham sido os V.A.N.E.E.R, ou “mechas” como são chamados pelos humanos.
A palavra “v.a.n.e.e.r” é uma sigla krállica para “Val'Akda N'ajayir Ekehl Eelim Rayoqbash” (que traduzindo para nossa língua, significa “armadura cibernética móvel semi-automática").

Vaneers são grandes robôs (geralmente bípedes, quadrúpedes ou hexápodes) controlados internamente por um piloto numa cabine. No interior da máquina, o piloto é capaz de controlar os membros do vaneer e as suas ferramentas (ou armas, caso ele tenha). Todos os vaneers possuem um HUD (head-up display) que informa a quantidade de combustível do robô, informações sobre o casco, escudo, danos internos, quantidade de munição e, caso esteja conectado a Cybernet, o mapa local.

Originalmente, os vaneers foram criados para servirem como maquinário auxiliar na construção civil (ou qualquer outro tipo de profissão de risco). Como o tempo, as máquinas passaram a exercer função militar e para-militar, mas ainda assim, é muito comum (principalmente nas luas krállicas) encontrar vaneers sendo operados nas ruas por trabalhadores civis.

Vaneers possuem vários formatos, tamanhos e ferramentas diferentes. Vaneers militares mais simples geralmente não são mais altos que quatro metros. Já os mais complexos (criados para combates em largas escala) podem chegar aos 25 metros de altura, com as mais diversas armas (de longo, médio e curto alcance) para a guerra.


Modelo V.A.B Guardion-01

Alguns vaneers possuem terminais bióticos que permitem que seus sistemas eletrônicos sejam conectados ao sistema nervoso central de um indivíduo por meio de um implante cibernético (localizado na nuca) chamado de “neurolink”, permitindo, dessa forma, que o mesmo possa manipular mais facilmente o robô (e mesmo “sentir” os danos e os efeitos que o robô sente/faz). Em alguns pilotos, o uso ao longo prazo desse tipo de tecnologia pode causar cefalias (enxaquecas), insônias, stress. Em casos mais raros e extremos, os efeitos colaterais podem ir desde ataques epilépticos a acidentes vasculares cerebrais.

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Armazenamento de Dados

Mensagem por SolarisAdmin em Qui Jun 19, 2014 4:47 pm






O futuro chegou, e com ele, muitas tecnologias vieram juntas. De hologramas a cortadeiras de plasma, muitos inventos foram criados ao longo dos anos.
 
Porém, sem duvida, um invento que merece destaque são os modernos métodos de armazenamento de informação. CD, DVD e Pen-Drives convencionais já tiveram seus dias de glória, mas agora, novas mídias de armazenamento de informação surgiram, e algumas serão citadas nesse post.
 
 
CDs, DVDs, Blu-Rays... nada disso é mais usado em Solaris (pelo menos, não normalmente). A tecnologia de disco de armazenamento de dados mais moderna (e a mais usada) em Atmos são os Discos Holográficos Versáteis (HVD na sigla inglesa).
Estes discos, por meio do sistema de holoprint, são capazes de armazenar quantidades absurdas de informação. Um HVD simples consegue armazenar até 8Tb (terabytes) de dados; discos de camadas duplas conseguem armazenar o dobro disso.
 
Nota: 1 Tb corresponde a 1024 Gb






Imagem de vários HVDs




Outro tipo de sistema de armazenamento de dados muito usado é o Data-Chip. Estes objetos, de formato similar a um pen-drive (porém com o tamanho similar a um celular convencional) são capazes de armazenar até 40Tb de informação. Cada data-chip possui milhares de nanorrobôs em seu interior que funcionam como minúsculos pen-drives, armazenando e organizando os dados que são “jogados” dentro do chip.
O sistema de armazenamento de dados do data-chip sem dúvida é muito mais eficiente que os HVDs, porém, seu preço é muito superior se comparado com o preço dos discos. Enquanto que um HVD custa em torno de 40 a 100 créditos, um data-chip normal custa oito vezes esse valor.
 

O sistema de armazenamento em nuvem também é muito usado em Solaris. Centenas de servidores espalhados por todas as luas foram criados com o propósito de manter os dados dos usuários da Cybernet a salvo. Claro que, armazenar arquivos em nuvem pode abrir uma brecha para que hackers de todos os tipos invadam seus dados, mas sem dúvida, essa é a forma mais eficiente.




Homem usando um DRN


Outro sistema de armazenamento de dados mais complexos foi desenvolvido pelas empresas produtores de implantes cibernéticos. Se trata do “disco rígido neural” (DRN). Esse sistema de armazenamento utiliza implantes localizados no próprio cérebro do indivíduo para armazenar informação cibernética.
A quantidade de dados que pode ser armazenada num DRN ultrapassa os 100 Tb, e com os implantes cibernéticos corretos, o usuário do implante pode acessar as informações contidas no próprio DRN usando apenas o “pensamento”. Apesar de muito eficiente, o uso constante desse tipo de equipamento tem mostrado efeitos colaterais controversos em seus usuários. De cefalias leves até derrames cerebrais ou choques anafiláticos, o sistema de DRN ainda é pouco usado, e muito caro.

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Aceleradores

Mensagem por SolarisAdmin em Qui Jun 19, 2014 5:56 pm



Luva de um Acelerador


Sem dúvida, a maior contribuição mivérica para a vida dos atmorianos foi a criação dos aceleradores. Graças aos nativos de Sarell, a vida dos astronautas de Solaris melhorou muito, assim como a qualidade das viagens espaciais.
 
Os aceleradores de partículas (Jawehartega Genagetam, em lidúnico) são, em termos leigos, máquinas capazes de disparar partículas subatômicas (prótons, nêutrons, elétrons, mésons etc.) assim como também são capazes de criar novas partículas pela colisão de outros tipos de partículas e materiais diferentes.
Os aceleradores criados pelos miveras são capazes de criar matéria negra a partir de colisões no interior da máquina, estes artefatos também conseguem manipular a matéria negra presente ao redor da mesma.
 
Mas o que é a matéria negra?
 
Matéria é tudo aquilo que ocupa lugar no espaço e possui massa, e essencialmente, existem dois grandes tipos de matéria no universo.
 
O primeiro tipo é a matéria bariônica, que é a matéria a qual nós estamos mais habituados. Matéria bariônica é tudo aquilo formado por prótons e nêutrons (partículas chamadas de “bárions”), em outras palavras, é a “matéria normal”.
 
O segundo tipo é a matéria negra. Matéria negra é a coisa mais abundante no universo, pois estima-se que cerca de 70% do universo é composto por matéria negra, na verdade, existe matéria negra passando no meio de seu quarto e você provavelmente não sabia disso.
Porém, não somos capazes de vê-la ou mesmo interagir com ela.
Matéria negra é uma forma de matéria que não reflete nenhum tipo de radiação eletromagnética (leia-se luz e calor, portanto ela é invisível e intocável), esse tipo de matéria também não interage com a matéria normal pois ela não é composta por prótons, nem nêutrons e nem elétrons.
Entretanto, esse treco é capaz de interagir com a força gravitacional. É possível sentir a “presença” da matéria negra no ambiente, já que ela é capaz de criar campos gravitacionais muito intensos.


Fluxo de matéria negra criada por um acelerador
 
O que os aceleradores mivéricos são capazes de fazer é “criar” (por fissão atômica) ou “capturar” (por absorção) a matéria negra ao redor e forçar ela (por meio de reações nucleares que ocorrem dentro do reator da máquina) a interagir com a matéria normal, dessa forma, a matéria negra passa a ser manipulada por aquele que controla o acelerador, e assim, este é capaz de aumentar ou diminuir a quantidade de matéria negra no ambiente.
Ao manipular esse tipo de material, o artífice (nome daquele que controlar um acelerador) é capaz de aumentar o campo gravitacional de um lugar, deixando todos os objetos ali presentes mais “pesados”, ou então retirar toda a matéria negra do ambiente, criando um campo de gravidade zero. As possibilidades são inúmeras, desde levitar objetos, anular a gravidade de um local ou mesmo criar ondas de choque de matéria negra, tudo estará nas mãos do artífice.
Algumas dessas “possibilidades” podem ser conferidas na árvore de habilidade de aceleração.
 
 
Os aceleradores vendidos comercialmente para uso pessoal possuem o formato de uma luva-manopla que cobre o braço do usuário por inteiro. O design varia bastante entre as marcas, porém todas possuem um aro metálico localizado no ombro (onde as partículas são criadas) e uma “abertura” na palma da mão do usuário.
 
Vale lembrar os aceleradores são capazes de gerar muito calor. Quanto maior a quantidade de matéria negra gerada no reator da máquina, mais quente a máquina se torna. Deve-se usar os aceleradores com muita prudência, caso contrário o artífice pode adquirir queimaduras severas ao tentar manipulá-la.

O “combustível” dos aceleradores é uma sopa radioativa composta por uma mistura de metais radioativos como Cúrio, Amerício e Plutônio. O risco de contaminação radioativa por um acelerador destruído é muito alto. Por esse motivo, tal aparato pode ser classificado como “arma nuclear”.

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Lâminas de Plasma

Mensagem por SolarisAdmin em Sab Jun 21, 2014 8:03 pm



Adaga de Plasma de Xenônio


Sem dúvida, umas das armas mais intimidadoras já criadas é a lâmina de plasma. Uma arma com um poderosíssimo poder de corte, capaz de realizar danos fatais a um indivíduo se o golpe for bem aplicado.
Diz-se que os qaelos criaram as lâminas de plasma por inveja, já que os telannares tinham criado as lâminas iônicas, armas estas que eram muito superiores as armas brancas dos qaelos. Verdade ou não, isso não importa, sabe-se apenas que ambas as armas são absurdamente poderosas, par a par uma da outra.
 
O sistema de funcionamento da lâmina de plasma é bem simples, e funciona da seguinte maneira:
O cabo da lâmina é oco e em seu interior há um compartimento cheio de gás (geralmente, este gás é argônio ou xenônio). O gás fica preso lá dentro sob alta pressão enquanto a lâmina não é ativada.
Ao apertar o botão localizado na lateral do cabo da lâmina, esta se ativa e o compartimento dentro do cabo se abre, liberando o gás. Quando o gás é liberado, instantaneamente duas outras coisas acontecem: uma descarga elétrica de alta intensidade atinge o gás, transformado-o em plasma e um conjunto de poderosos ímãs (também localizados dentro do cabo da arma) são ativados.
Quando isso tudo acontece, o gás (que agora virou um plasma superquente) é moldado pela força magnética dos ímãs e adquire a forma de uma lâmina.



Lâminas de Plasma de Hélio

 
Um corte de uma lâmina de plasma é tão desagradável quanto o corte feito por uma das espadas dos telannares. Essas armas rasgam a pele de um indivíduo usando o próprio calor do plasma (que pode chegar até 800ºC no momento do contato), porém, se comparadas às espadas ionizadas, as lâminas de plasma são mais “limpas”, já que os cortes dessas armas são cauterizados instantaneamente pelo calor. Uma luta de dois espadachins usando duas lâminas desse tipo pode acabar com os dois mortos, mas com nenhuma gota de sangue derramada na arena.  
 
A temperatura e o poder de corte variam bastante de lâmina para lâmina.
 

Lâminas mais baratas possuem menos poder de corte e a cor do plasma gerado é de um tom azulado; enquanto que lâminas mais caras possuem mais poder de corte e são mais quentes, nessas armas, a cor do plasma varia entre rosa e vermelho.

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Re: As Tecnologias

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